Doenças do Carnaval: Previna-se e evite que a folia se transforme em transtorno.

O Carnaval é o feriado mais longo no Brasil e, por tradição, um dos mais aguardados por quem gosta de aproveitar a data para viajar ou curtir os blocos e festas espalhados pelo país. Seja qual for o caso, é muito importante tomar algumas medidas de prevenção para evitar que a folia se transforme em transtorno ao longo do ano.

Nesta época do ano, centenas de pessoas são acometidas por males como viroses respiratórias, conjuntivites, e muito outros quadros clínicos que são fruto da combinação entre as costumeiras aglomerações, descuidos com alimentação e principalmente pelo contato entre os foliões.

Para te ajudar a curtir o carnaval com tranquilidade e bem informado, separamos uma lista com as principais doenças dessa época. Vamos conferir?

Viroses respiratórias
Acometem os foliões nos primeiros dias pós-festa e chegam a ser tão tradicionais na folia quanto os blocos de rua.
Os principais sintomas costumam ser febre, diarreia, náuseas, tontura e sensação de fraqueza. Por isso, é importante se manter constantemente hidratado, e descansar o máximo, quando possível.

Tenha sempre consigo uma garrafa de água, soro fisiológico para hidratar o nariz e evite o contato com pessoas que já apresentem quadros de resfriados ou gripe.

Conjuntivite

Nesse período há um maior número de casos da doença, devido ao aumento do contato com diversas outras pessoas, muitas das quais previamente infectadas.
Outros agravantes para o problema são as altas temperaturas – os raios ultravioletas baixam a imunidade – e também a falta de cuidado com a higiene nesse tempo.
As conjuntivites mais comuns são causadas pelas mãos sujas levadas aos olhos, o que ocorre com grande frequência durante a folia.

Hepatite A

No Carnaval, umas das principais formas de contágio da doença é através do compartilhamento de utensílios. Outra forma pela qual a hepatite A pode ser transmitida é o consumo de alimentos e bebidas contaminados.

Por isso, é importante levar sempre consigo itens de uso pessoal e não emprestá-los sob hipótese alguma, além de se informar sobre a procedência do que será consumido durante a folia.

DSTs

A sensação de liberdade típica do carnaval, associada ao consumo excessivo de álcool, também aumenta as chances de contrair hepatite B e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), dentre elas a Aids e o Papilomavírus humano (HPV). Por isso, o uso do preservativo é imprescindível.

Outra medida que também pode prevenir as chances de contrair DST’S é diminuir o número de parceiros durante a festa.

Herpes e mononucleose

Os quadro de herpes e da ‘’Doença do Beijo’’ como é conhecida a Mononucleose são altamente contagiosos, principalmente através do contato e compartilhamento de utensílios.

No caso da herpes, uma vez instalado no corpo, o vírus fica adormecido nas células dos nossos nervos, e pode voltar a causar lesões sempre que diversos fatores como estresse, baixa imunidade e alta exposição ao sol são ativados em nós.

Na maioria das vezes, não há como ter certeza de que a pessoa que vai ser beijada tenha a doença, mas observar os pequenos detalhes é sempre bom.

Feridas e vesículas (bolhas com líquido) são sintomas de algumas delas. É importante ressaltar que não é sempre que os sintomas aparecem, o jeito é escolher quem vai beijar e ter bom senso.

Agora que você já conhece os principais quadros que podem ocorrer durante e pós-folia, é importante dar atenção à sua saúde nos dias que antecedem a festa. Faça um check-up de como anda o seu corpo e vá despreocupado curtir um dos melhores feriados do Brasil.

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